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20 janeiro, 2006 

Eterna e etérea redoma
Em que me protejo
Desta ânsia que prevejo inútil,
Sinto-a rasgar-se em mil fendas
Que oculto desesperada
Dos olhares atentos, famintos

É verdade

Nunca fui capaz de gerir rimas
Condenar factos precisos
Simplesmente materializar tempestades
Furtar instantes, paixões fugidias
Estilizar retratos de mim
Sem controvérsia
Apenas inércia

Sim

Poderia tecer
Milhares de casulos,
Entrelaçados de lágrimas,
Melancolias, receios,
Indecisões, incertezas…
Neste sulco de imperfeições
Onde outrora se agigantou
A infalibilidade
Já só o desdém permanece

Acuso-te, acuso-me

Não soube descobrir-te
Sem perder-me entre muros,
De encruzilhadas sem fim,
Sem esbarrar em mim.
Não desejo que faça sentido
Ou até que faça diferença
Tornei-te irrelevante

O animal irrompeu do teu âmago
Enfrentou-me, coagiu-me
E o corpo anestesiou-se-me
As terminações nervosas
Determinaram-me o coma
Sim, isso mesmo
Contemplei-te nu, igual a tantos outros
Desejos submersos sob o teu olhar sem amor
Raiado de sangue de mim

Julguei-te e expulsei-te
Fim

Mas quem sou eu para comentar com conhecimento de causa ?! Bom, resta-me dizer o que sinto mesmo. Está muito lindo. Simplesmente: GOSTEI !!! e prontos ;)

Palavras não tenho para comentar este poema...por isso aqui fica tão simplesmente uma bjoka!
E como eu gosto de te ler!!!

":o)

Poema em carne viva. Sem artificios. Por isso belo. Beijos

Rendo-me à verdade das tuas palavras que por vezes sinto minhas também.
Gosto muito de te ler.

As borboletas têm muitos segredos.Às vezes tento penetrar neles.Beijos

a duvida das certezas também tem asas de borboleta

li. deixo um bj e um sorriso levemente triste.
Luz e paz, amiga

Muito bonitas estas tuas palavras.
Bom fds.

gostei de ler pq senti
jocas maradas

Julga é tantas vezes #riscar" de nossas vidas. beijos

continuo apassar por aqui e a encantar-me, MAS sabes k o calendário mudou e k Fevereiro, não tarda, está a 1/2 ? Onde andas?
bjocas e ;)

fim abrupto de poema pessoalíssimo.
é bom ler-te tb neste registo...

como uma catarse, escreves-te e nós lemos-te e, tantas vezes, lemo-nos...

um beijo para ti*

Deixo-te um bjinho e o carinho de uma flor para a borboleta

pq hoje é o teu dia, mulher de coração grande, uma abração e k cedo deixe da ser preciso haver dias para lembrar o k nunca deve ser esquecido. Bjs fraternos
e k o dia te corra manso e doce na teia da ternura e dos afectos

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Raquel V.